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sábado, 12 de novembro de 2016

Sobre Enigmas e Amores

Sobre Enigmas e Amores

   O Grande barato da vida são os enigmas, são essas nuances que provocam discussões, geram notícias, fomentam duvídas eternas. O ser humano seria muito quadrado e reto se soubesse de tudo, se tudo fosse um livro aberto que tem seu final conhecido, no fundo somos a página do meio desse livro, só um capitulo de uma imensa história sem fim.

   O que seria do azul se todo mundo gostasse do vermelho, o bom é isso, são as afinidades e distanciamento, são os gostos e particularidades que cada ser humano tem entre si que diferencia este daquele. Certa vez minha noiva fez aquele comentário que acho que cada pessoa tem que ouvir uma vez na vida, “Você é diferente de todos que conheço” penso eu que ainda bem, já pensou fosse igual, com certeza não haveria interesse, não haveria curiosidade e atração. Tenho lá minhas convicções, minhas crenças, minhas teimas que dificilmente mudo, penso logo sou teimoso, é preciso bons argumentos para mudar minha opinião, são necessários fatos que me levem a crer que aquilo não é mais isso, e ai pensa daqui pensa dali e mudo, como diria Raul é bom ser uma metamorfose ambulante.

   Falemos de Amor, se é que já não estamos falando aqui ora, o Amor é o sentimento mais concreto- abstrato que já vi, o Amor arrepia, o Amor acelera, faz o seu coração criar asas e querer sair pela boca flutuando por ai. O amor não é um calculo exato de como um mais um são dois, o amor é o mistério mais que perfeito, é o mais enigmáticos dos enigmas é o que fomenta o viver dos meros mortais desse planeta.

   Uma vida caros colegas é um instante de segundo, é um jogo de poker, onde pegamos as cartas e fazemos as nossas escolhas, e cada escolha cobra- se um preço e às vezes nem sempre pagamos em dinheiro ou aquilo que queremos pagar, as vezes retrocedemos, são os nossos mistérios, os nossos carmas, os enigmas que criamos, nos enrolamos nos fazemos diferente e às vezes sem volta para uma mudança, são os nossos traços que fazem o envelhecimento natural da espécie chamada ser humano.

Diego Rodrigues 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Poesia (DES) Conexa


O mais belo sentimento é o amor, ele fortalece a alma e da sustância e fortaleza para o corpo.

O que fica na velhice é viver cada dia como se fosse um novo dia e contar uma nova história.

A caminhada sozinha não tem graça, é preciso alguém para desbravar horizontes belos.

A saudade é a parceira da risada das lembranças das coisas boas que vivemos juntos.



Mas não existe um fim! Para todo um fim que se chega é apenas um meio que estacionamos.


Ao encontrar você o meu eu, aquela outra metade a sensação é como ganhar na loteria é felicidade pura.


O instante o segundo o tempo em que nasce um filho nosso é imortal, é imensuravelmente 
feliz.



A eternidade está na fotografia, a eternidade dura todos os dias então vivemos o nosso propósito.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Corpo e CIA


     O Corpo um pedaço de carne, de caminho, de guia, de bem ou mal, o corpo sem voz, sem alma sem brilho, nada é...

      Desde pequenos aprendemos a movimentar a nos guiar pelas ideias, a levar o nosso corpo a lugares desafiadores, criamos o instinto no qual a nossa mente luta para domarmos, damos vida a nosso corpo em busca de algo, de viver de saciar a fome.

     O Corpo necessita de outro corpo, de estar em um corpo, de ter uma mente para nos ajudar nesse plano, de dividir o custo que custa a busca de ser feliz.

      Quem cuida preserva, quem alimenta constrói, quem não exagera e modera vive, quem segue a regra tem qualidade, quem descansa e não exige muito ganha, quem escolhe o que é certo trabalha feliz e não deixa o corpo adoecer.

       O corpo precisa de sorrisos para amenizar as crises e temperar as tensões, precisa de brincadeiras, de cerveja de Rock Roll para energizar, de um respiro de um vamos lá um pérai para que tudo se organize como uma caixa exatamente milimétrica matemática.

     No fim tudo que resta é um corpo, mas ninguém olhará para o corpo, ficará a lembrança, as doces às tórridas e as verdadeiras lembranças, no fim de tudo, é isso que vai contar nas nossa breve e missionária passagem.

Autor
Diego Rodrigues 

Fonte: Blog Corpoesia